
Oscar-Claude Monet (Paris, França, 14 de novembro de 1840 — Giverny, 5 de dezembro de 1926) foi um pintor francês, o mais célebre entre os pintores impressionistas.
O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão do pôr-do-sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, Nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.
O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão do pôr-do-sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, Nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.
La Pont Neuf é uma pintura do francês Claude Monet. Realizada a óleo sobre tela em 1871, a obra retrata uma cena do quotidiano parisiense. Actualmente integra o espólio do Museu de Arte de Dallas.
Monet retornou a Paris no Inverno de 1871, depois de mais de um ano exilado no Reino Unido e nos Países Baixos, durante a decorrência da Guerra Franco-Prussiana. A capital francesa, após o seu regresso, continuava estática e explodiram algumas revoltas e empreenderam-se greves várias. Monet somente concebeu um trabalho durante este conturbado período de pós-guerra. La Pont Neuf foi é esse trabalho.
A estrutura temática leva-nos a colocar os olhos sobre uma cena quotidiana parisiense de 1971, dois anos antes da revolução impressionista, de um Inverno chuvoso, tal como o período histórico em que se vivia. A cena desenrola-se sobre a Pont Neuf (Ponte Nova), uma das mais célebre e reproduzidas pontes parisienses, num primeiro plano. E no segundo plano desenrola-se sobre as águas do Sena, dado pelos barcos atracados os pelos que se empreendem na travessia. A composição da obra, cuja base parece sobrepor três pentágonos da margem direita para a esquerda do quadro, jogam com os três rectângulos no fundo da cena, formados por três conjuntos de prédios diferentes.
No exercício cromático, a paleta varia entre resquícios de verde oliva e azul, juntamente com púrpura e amarelo torrado, com o branco - que se dá pelo fumo expelido das chaminés do barcos no Sena - e com uma subtil invasão do cinzento. O local - na tela - para cada tonalidade é quase escolhido geometricamente. O semi-pentágono que retrata o Sena, a verde. Sobre a ponte e nos rectângulos que compreendem os edifícios da direita e da esquerda, o amarelo e umas introduções de branco. No céu e no rectângulo do fundo, o cinzento, com a ligeira diferença de que este último conserva tonalidades azuladas. Os transeuntes e os veículos são retratados em púrpura.
É uma obra profunda e triste, cujas cores tornam a percepção e a localização histórica do período mais fácil de visualizar e compreender.
Monet retornou a Paris no Inverno de 1871, depois de mais de um ano exilado no Reino Unido e nos Países Baixos, durante a decorrência da Guerra Franco-Prussiana. A capital francesa, após o seu regresso, continuava estática e explodiram algumas revoltas e empreenderam-se greves várias. Monet somente concebeu um trabalho durante este conturbado período de pós-guerra. La Pont Neuf foi é esse trabalho.
A estrutura temática leva-nos a colocar os olhos sobre uma cena quotidiana parisiense de 1971, dois anos antes da revolução impressionista, de um Inverno chuvoso, tal como o período histórico em que se vivia. A cena desenrola-se sobre a Pont Neuf (Ponte Nova), uma das mais célebre e reproduzidas pontes parisienses, num primeiro plano. E no segundo plano desenrola-se sobre as águas do Sena, dado pelos barcos atracados os pelos que se empreendem na travessia. A composição da obra, cuja base parece sobrepor três pentágonos da margem direita para a esquerda do quadro, jogam com os três rectângulos no fundo da cena, formados por três conjuntos de prédios diferentes.
No exercício cromático, a paleta varia entre resquícios de verde oliva e azul, juntamente com púrpura e amarelo torrado, com o branco - que se dá pelo fumo expelido das chaminés do barcos no Sena - e com uma subtil invasão do cinzento. O local - na tela - para cada tonalidade é quase escolhido geometricamente. O semi-pentágono que retrata o Sena, a verde. Sobre a ponte e nos rectângulos que compreendem os edifícios da direita e da esquerda, o amarelo e umas introduções de branco. No céu e no rectângulo do fundo, o cinzento, com a ligeira diferença de que este último conserva tonalidades azuladas. Os transeuntes e os veículos são retratados em púrpura.
É uma obra profunda e triste, cujas cores tornam a percepção e a localização histórica do período mais fácil de visualizar e compreender.






